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Nossa História!

Visão Taj e Visão Beto

Olá mundo!

Acho que a maioria dos convidados sabem da nossa história, até porque a Taj não consegue não contar rs.
Resolvemos fazer 2 textos contando a visão de cada um. 

Vamos lá:

Visão Taj

Já fazia um bom tempo que a cultura oriental me chamava a atenção e com o tempo, acabei percebendo que mesmo criados em famílias distintas, todo oriental carrega consigo algumas características típicas da suas raízes, que eu admirava muito. E é a partir desse desejo de ter um parceiro com essas características, que o meu lado planejador e estrategista, entrou em ação. Eu sabia exatamente o que eu queria. 


Tempo: Era setembro de 2014, quando decidi enfim buscar essa tal pessoa. 
Ação tomada: Instalar o Tinder hahahahaha

Lá fui eu dar "X" para todo mundo que não tinha olho puxado e "V" depois de uma análise aprofundada nas fotos do perfil do pretendente asiático (haha). E lá estava ele, com seu sorriso e suas covinhas; e não é que ele também tinha me dado um "V"?! it's a match (uhul)

Em meio as agendas lotadas, tentamos por muitas vezes marcar o nosso encontro, mas o bichinho da viagem já havia me picado e eu não parava em São Paulo. Nos falamos muito, mas o encontro mesmo, não rolou (fail).

Tempo: Era outubro de 2014, quando fui promovida e teria que ir para Brasília.
Ação tomada: Fui. 

Em Brasília decidi construir a minha vida profissional e pessoal. Foram dias, meses, viagens, pessoas, até que decidi voltar a procurar o meu olho puxado, afinal a minha vida estava perfeita, mas faltava alguém. Comecei a fazer terapia, achando que o problema estava em mim (muitos realmente estavam rs), escutei que eu ia morrer sozinha e já estava quase me conformando que esse negocio de casamento, de tampa da panela, não era pra mim. Eu amava ser livre, independente, dona do meu próprio nariz. Já estava pensando que eu era uma frigideira sem tampa rs.

Tempo: Era setembro de 2015, quando o Facebook me lembrou que há 1 ano eu tinha começado uma amizade com Roberto Toshiaki Ohosaku.
Ação Tomada: Dar print na tela e mandar por WhatsApp para começar uma conversa como se eu não quisesse nada rs

Depois de alguns minutos conversando (ele todo certinho e eu toda despachada), aconteceu:

Taj: Você conhece Brasília?
Beto: Não conheço não. Um dia gostaria de ir. 
Taj: Uai, então vem. Aproveita que sou a melhor guia ever de BSB. 
Beto: Hum, adorei o convite!Vou sim. Vou ver um dia certinho para ir.
Taj: (já querendo arrancar um "vou ontem" haha) Vem logo, o que você tem a perder?

O resto do diálogo eu não lembro, mas foi com esse "O que você tem a perder?" que no dia seguinte ele me mandou um print da passagem comprada para 30/10/2015. 

Eu fiquei muito feliz e muito nervosa ao mesmo tempo. Seria ele tão doido quanto eu? Já tinha adorado rs.

Tempo: Era outubro de 2015, quando perdemos horas de sono e gastamos muito 3G e Wi-fi 
Ação tomada: Nos conhecermos o máximo possível virtualmente.

Sim, conversamos horas e horas por WhatsApp, por FaceTime. Contamos a vida toda um do outro. Segredos, medos, problemas da personalidade. Vocês podem imaginar um certo monologo né? rs Mas não, ele também falou bastante e me deixou extremamente segura da pessoa que era. 

E então ele chegou.\o/ Todo bonitinho. Fomos para um pub, dançamos bastante e ali mesmo eu já sabia o quanto agradável era estarmos juntos. Passamos o feriado todo nos conhecendo e fazendo turismo por BSB. No dia 2/11 ele foi embora :( 


Tempo: Era novembro de 2015, quando decidi cancelar minha viagem para Cartagena para ficar em São Paulo e foi ai que ele me pediu em namoro. 
Ação tomada: Aceitei rs

E assim foi, desde o dia 30/10/2015, nos vimos todos os finais de semana. Ele ia para Brasilia e eu vinha para São Paulo. Passamos férias um na casa do outro, viajamos muito e nos conhecemos bastante.
Foi em uma de nossas conversas "cabeça" que entendemos que essa ponte aérea não iria durar para sempre. Queríamos ficar perto. Se possível, acordar perto. 

Tempo: Era janeiro de 2016, quando decidi tentar voltar para São Paulo e foi quando minhas pernas começaram a não responder e a formigar. 
Ação tomada:  Traçar um novo plano de ação para voltar e procurar um medico. 

Durante todo o mês de janeiro, falei com pessoas, mandei emails, mexi meio mundo no banco e coloquei toda minha fé que meu planejamento daria certo. Eu iria voltar para São Paulo.

Ao mesmo tempo, fui em 4 médicos diferentes, fiz milhares de exames que eu nunca imaginei existir.


Tempo: Era fevereiro de 2016, quando fui diagnosticada com Esclerose Multipla. 
Ação tomada: Muita, mas muita fé e otimismo. 

Foi com a ajuda do Beto e o carinho dos meus colegas do BB, além da ação rápida do meu Diretor na época, que em 4 de março de 2016, eu estava chegando com o carro cheio de coisas de uma vida toda para colorir e bagunçar o apartamento monocromático (porem elegante) do Beto. 

Tempo: Era novembro de 2016, quando ele me pediu em casamento.
Ação tomada: Yes, Yes, I do. 

Depois de muito conversar e de ter certeza que eu já estava pronta para aceitar a decisão de casar (afinal, jamais o Beto tomaria alguma atitude sem ter certeza do sucesso), ele me pediu em casamento em uma das praias mais lindas da Tailândia - krabi Railay Beach ao som de Photograph - Ed Sheeran. 

E essa é nossa história, detalhada na minha visão rs. Não sei como o Beto irá descreve-la, talvez em 3 linhas rs, mas é por conta disso tudo, que hoje vocês, convidados lindos, estão lendo nossa história em nosso site de casamento.

Tempo: Será outubro de 2017, quando começará o segundo passo lindo dessa nossa história.
Ação a ser tomada: Continuarmos com todas as nossas qualidade como casal e manter a calma e o diálogo em todos os problemas que encontrarmos daqui pra frente. 

Muito obrigada. 
Bjos e até a festa. 

 

Visão Beto:

Bom, eu sempre fui uma pessoa mais reservada, introvertida e de poucas palavras, por isso a certeza da Taj de que eu escreveria nossa história em apenas 3 linhas, mas este é um momento especial demais na minha vida, então dá pra compartilhar com vocês em algumas páginas a minha história a.T e d.T. (antes de Taj e depois de Taj rs)

a.T:

“Já estou com 31 anos, acabei de sair de 2 relacionamentos que não deram certo... O que fazer? Simples: Bora se divertir enquanto não acho a pessoa certa! Rsrs” Eu sempre fui muito tranquilo, mas um dos objetivos da minha vida sempre foi ser pai e construir uma família tão boa quanto a que meus pais construíram.

Minha vida de solteiro foi muito regada a baladas, churrascos, barzinhos e viagens em turma. Nunca reclamei disso, muito pelo contrário, pra mim bastava estar com meus amigos e minha família que estava tudo certo! “Mas... cadê a pessoa certa pra eu construir minha família?”

Como muitos me conhecem e falei aqui no comecinho, sempre fui uma pessoa mais reservada, introvertida e de poucas palavras, então “falar” pela internet era mais fácil para mim: ICQ (sim sou véio), MSN, Orkut e depois o Tinder, foram alternativas para eu me soltar um pouco mais e conhecer novas pessoas.

E não é que em uma dessas me dei muito bem?

“Opa!! Um match com uma pessoa muito bonita e interessante pelo perfil aqui no Tinder!! Vamos investir nessa conversa”.

E foram algumas conversas mais superficiais e tentativas de encontro, mas nunca dava certo, algo dizia que não ia rolar… Nos adicionamos no Facebook no dia 16/10/14 e depois no Instagram e um dia soube que ela iria se mudar para Brasília “Poutz… agora já era, bora desencanar… :(”

E continuei na vida de baladas, churrascos, barzinhos e viagens em turma \o/

E no fatídico dia 16/10/15 aparece a seguinte mensagem no meu WhatsApp “Um ano! E eu nunca te vi (com um print do Facebook relembrando 1 ano de amizade)”.

Conversamos muito esse dia e no dia seguinte estava eu, comprando uma passagem pra Brasília, para o feriado que aconteceria em 2 semanas depois dessa conversa. Loucura? Sim, um pouco, mas a vida nos prega essas coisas e muitas vezes, as melhores experiências vem de decisões que precisam de um pouco mais de coragem.

É claro que deu um medo, de não dar certo, de ser uma viagem zuada rs, mas conversamos praticamente todo dia e noite (algumas boas horas de sono a menos) desde que comprei a passagem. Essas conversas foram essenciais para nos conhecermos melhor e aliviar um pouco da ansiedade.

d.T.:

No dia 30/10/15 fui pra Brasília, a Taj foi me buscar no aeroporto e, por incrível que pareça, toda a minha ansiedade foi embora. Me senti muito à vontade. Ela fez um mini tour pela cidade e a noite fomos ao pub Stadt Beer, onde rolou nosso primeiro beijo =)

A partir dessa viagem nos vimos em todos os finais de semana, ponte aérea Brasília-São Paulo, São Paulo-Brasília ou nos encontrávamos em algum outro Estado, viajando nos feriados e fins de semana.

3 meses de namoro se passaram e começamos a conversar sobre esse lance de ponte aérea. Tinha seu lado bom, saudade e tal, mas poderia não dar certo pra sempre. E em meio a essa discussão a Taj foi diagnosticada com a Esclerose Múltipla. Um baita susto! Fiquei muito triste, mas sempre me mostrava forte para não deixá-la se abater. Como eu disse, a vida nos prega essas coisas, mas cabe a nós escolher de que forma iremos enfrentar os problemas e ela começou a fazer um tratamento não convencional aqui em SP.

Depois de muito pensar, a Taj decidiu vir morar aqui. Foi uma decisão muito difícil pra ela, deixar Brasília, uma cidade que tanto amava (e ainda ama).

E no dia 06/03/16 ela veio morar na minha casinha e tudo ficou de ponta cabeça rs minha casa ficou mais colorida, vivemos com nosso “filho” Melow e recentemente viramos budistas. Mas tem 2 coisas que quero destacar que mudaram pra sempre em minha vida:

VIAGENS: depois que conheci a Taj, não paro mais de viajar. Essa pessoa é completamente MALUCA em viagem. Eu gosto muito também, jamais vou reclamar rs, mas igual a ela, difícil encontrar. Ela pesquisa, faz roteiro, vê os melhores preços de passagem. Faz tudo! Eu só ajudo a pagar rsrs

FORMA DE ENCARAR A VIDA: Ela me encorajou e me encoraja a ser uma pessoa melhor. Não é fácil, mas sinto que sou ainda mais capaz de realizar as coisas (muito obrigado meu amor).

Ah muitos me perguntaram como tomei aquela decisão lá atrás de ir visitá-la em Brasília, assim do nada, sem conhecê-la tão bem, e eu me lembro muito bem que a Taj me disse: “Vc não tem nada a perder” e eu pensei: “Verdade! Não tenho nada a perder mesmo”. Só que nós dois estávamos completamente enganados. Teríamos perdido uma vida inteira juntos.

Muito obrigado meus amigos e familiares, espero que curtam muito este momento especial com a gente, pois desde já estamos muito felizes em compartilhar com vocês toda nossa alegria…


 

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